Mídia e Comunicação

Nashville City Paper

Pontos principais

  • Operou em Nashville, Tennessee, de 2000 a 2013.
  • Iniciou como diário para competir com The Tennessean após o fim do Nashville Banner.
  • Foi adquirido pela SouthComm Communications em 2008.
  • Encerrou atividades em agosto de 2013 devido à queda de receitas publicitárias.

O Nashville City Paper (também conhecido como The City Paper) foi um jornal gratuito de circulação semanal que serviu a cidade de Nashville, Tennessee, entre 1º de novembro de 2000 e 9 de agosto de 2013.

Histórico e Fundação

O periódico iniciou suas atividades em 1º de novembro de 2000, operando inicialmente como um jornal diário (de segunda a sexta-feira). Sua criação visou preencher a lacuna deixada pelo fechamento do Nashville Banner em 1998, posicionando-se como um concorrente direto do The Tennessean, que era, na época, o único diário da cidade.

No lançamento, o jornal registrou uma circulação diária de aproximadamente 40.000 exemplares, distribuídos gratuitamente em residências da área metropolitana de Nashville. No entanto, em menos de um mês, a entrega domiciliar foi restringida a assinantes pagos e a circulação caiu para 20.000 exemplares, apesar de a projeção inicial ter sido de 90.000.

Gestão e Liderança

A liderança do jornal passou por diversas mudanças ao longo de sua existência:

  • Brian Brown: Fundador e primeiro editor. Em 2 de março de 2004, Brown anunciou a substituição de sua função de editor por Tom Larimer.
  • Tom Larimer: Ex-integrante do Daily News Journal de Murfreesboro, assumiu a editoria, mas renunciou poucos meses depois.
  • Jim Ezzell: Nomeado editor interino em 16 de julho de 2004. Ezzell era o diretor financeiro da Thompson Machinery Commerce Corp.
  • Albie Del Favero: Contratado em 2 de junho de 2006, vindo da editoria do Nashville Scene.
  • Clint Brewer: Atuou como editor executivo por três anos; Brewer foi anteriormente editor do Lebanon Democrat e presidente nacional da Sociedade de Jornalistas Profissionais dos EUA.

Aquisição e Mudanças de Formato

Em 9 de abril de 2008, a empresa de mídia SouthComm Communications, sediada em Nashville, adquiriu o City Paper. A SouthComm, controlada pela família Thompson (da Thompson Machinery Commerce Corp.), já possuía outros veículos como o Nashville Post e a revista Business Tennessee.

A aquisição resultou em mudanças drásticas no modelo de publicação:

  • 28 de abril de 2008: O jornal encerrou a publicação diária, passando a imprimir edições apenas duas vezes por semana (segundas e quintas-feiras), mantendo atualizações diárias em seu portal digital.
  • Final de 2009: A frequência foi reduzida para apenas uma edição semanal, publicada às segundas-feiras. A seção de entretenimento e estilo de vida da edição de quinta-feira foi fundida ao Nashville Scene.

Anos Finais e Encerramento

Em janeiro de 2010, Stephen George assumiu a editoria. Em 2011, foi substituído por Steve Cavendish, após George migrar para a assessoria de imprensa de representantes dos EUA, Jim Cooper e John Yarmuth.

Devido à queda acentuada nas receitas publicitárias, a SouthComm decidiu encerrar a operação do jornal, descrevendo a iniciativa como um "experimento muito caro". A edição final do Nashville City Paper foi publicada em 9 de agosto de 2013. A matéria de capa do último exemplar foi um editorial intitulado "Why Nashville needs newspapers" (Por que Nashville precisa de jornais), destacando a importância do jornalismo local.

Perguntas frequentes

O que era o Nashville City Paper?

Era um jornal gratuito distribuído em Nashville, Tennessee, que operou entre 2000 e 2013, inicialmente como diário e depois como semanal.

Por que o Nashville City Paper foi criado?

Ele foi fundado para competir com o jornal The Tennessean, tornando-se uma alternativa de notícias diárias após o fechamento do Nashville Banner em 1998.

Quem adquiriu o jornal em 2008?

O jornal foi adquirido pela SouthComm Communications, empresa de mídia controlada pela família Thompson.

Qual foi o motivo do fechamento do jornal?

A SouthComm encerrou a publicação em 2013 citando a queda nas receitas de publicidade e o alto custo de manutenção do projeto.